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Já reiniciaram as obras do caminho de Cendufe que há mais de um ano decorrem a "passo de caracol".Mas fosse só esse o problema. Para além  das más condições em que deixam o caminho durante os períodos de interrupção, deixam o largo onde o autocarro dá volta em tão mau estado que este nem pode lá ir. A estudante daquele lugar tem de fazer da paragem do Padrão a sua, sujeitando-se a ter de se deslocar até ao Mosteiro, por dificuldades de manobra do veículo no Padrão. Logicamente os idosos são os que mais sofrem por maior dificuldade nas deslocações, mas não é admissível que para nos dirigirmos todos os dias ao autocarro tenhamos de o fazer de botas de água para depois trocarmos por outro tipo de calçado.  Continuando, e infelizmente, nas críticas nagativas, soube que os habitantes estiveram sem água (o que já não é a primeira vez)  durante o fim-de-semana. Os que não quiseram ficar interditos da água tiveram de eles próprios tentar remendar a situação. Como se não bastasse, por coincidência nesse fim-de-semana, quando na sexta-feira à noite passo casualmente por Cendufe, deparo-me com uma bala aberta na zona das Alminhas até à estrada (aproximadamente), provavelmente relacionada com a água e à semelhança desta também ficou aberta durante todo o fim-de-semana, vindo a ser tapada na terça-feira. Ultimamante têm-se dado trovoadas que arrastam consigo chuvas fortes e ventos. É-me fácil, perante o estado degradado em que já vi aquele caminho em dias de bom tempo, imaginar o estado em que aquele caminho se deve encontrar nestes últimos dias.

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Mau tempo

18.02.11

Não é um título que aprecie, mas de cada vez que vem um pouco de chuva mais forte após uma época de bom tempo as pessoas tendem a chamar "mau tempo". Não tenho conhecimento de que as trovoadas, que duraram alguns dias e noites, tenham feito qualquer tipo de estragos, excepto deixado habitantes sem electricidade e telefone. Mas infelizmente, mais uma vez, os lugares mais afectados foram Raposeira, Bogalhosa, Insua e Vaqueira, segundo tenho conhecimento, dado que ultrapassaram as 24horas (não seguidas) sem corrente elétrica. Mais uma vez o poste de média tensão situado no lugar da Raposeira foi queimado com a trovoada e dada a dificuldade de acessibilidade e arranjo foi colocado um gerador que permitiu umas horas de electricidade aos habitantes afectados, para logo depois os deixar sem qualquer tipo de energia, por falta de combustível e de verificação da parte de quem de responsabilidade. Esta situação já de si lamentável, pois estes lugares são afectados de cada vez que há incêndios, trovoadas ou ventos fortes, é ainda mais lamentável quando ao entrar em contacto com a EDP, ao fim de 24horas da primeira falha de corrente, me é dito que da minha zona de residência ainda não havia NENHUMA reclamação. Eu quero acreditar que o técnico não teve acesso às outras reclamações, daí me ter dado esta resposta. Como podemos nós pagar por algo e não reclamar os nossos direitos quando em relação ao resto da freguesia estamos tão mal servidos devido à lamentável colocação daquele poste?! Desejo que esta situação esteja remediada e não se volte a repetir durante uns bons anos...o que não acredito ser possível.

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Último comentário

  • Anónimo

    VivaEste servico esta muito irregular....mas e a e...


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