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Hoje, como é já hábito de há alguns anos, foi feito o clamor do recolhimento da cruz, da Páscoa. Este ano sairam algumas bandeiras pelo que a procissão se tornou mais bonita. Ao som da campainha que entoou todo o caminho foi feita a caminhada desde a capela do Sr dos Perdidos até à igreja paroquial. Como iniciava hoje o mês de Maio iniciou-se também o mês do Rosário, ou mês de Maria, durante o percurso foi rezado o terço, que continuará a ser meditado na igreja todos os dias deste mês.

 

Por ser já mês de Maio e também ser o primeiro Domingo deste mês, em Portugal é celebrado o Dia da Mãe. Como nos tem habituado há alguns anos, o Grupo de Jovens voltou a homenagear as mães ocupando um momento da missa com a leitura de um texto e a entrega de uma rosa a cada mãe. Agradecendo e felicitando todas as mães mereceram também eles felicitações pela homenagem preparada.

 

Segue-se o texto que foi adaptado pelo Grupo de Jovens com fim à homenagem às Mães:

- Às Mães que apesar das canseiras, dores e trabalhos, sorriem e riem, felizes, com os filhos amados ao peito, ao colo ou em seu redor; e às que choram, doridas e inconsoláveis, a sua perda física, ou os vêem “perder-se” nos perigos inúmeros da sociedade violenta e desumana em que vivemos;
- às Mães ainda meninas, e às menos jovens, que contra ventos e marés, ultrapassando dificuldades de toda a ordem, têm a valentia de assumir uma gravidez - talvez inoportuna e indesejada – por saberem que a Vida é sempre um Bem Maior e um Dom que não se discute e, muito menos, quando se trata de um filho seu, pequeno ser frágil e indefeso que lhe foi confiado;
- às Mães que souberam sacrificar uma talvez brilhante carreira profissional, para darem prioridade à maternidade e à educação dos seus filhos e às que, quantas vezes precisamente por amor aos filhos, souberam ser firmes e educadoras, dizendo um “não” oportuno e salvador a muitos dos caprichos dos seus filhos adolescentes;
- às Mães precocemente envelhecidas, gastas e doentes, tantas vezes esquecidas de si mesmas e que hoje se sentem mais tristes e magoadas, talvez por não terem um filho que se lembre delas, de as abraçar e beijar...;
- às Mães solitárias, paradas no tempo, não visitadas, não desejadas, e hoje abandonadas num qualquer quarto, num qualquer lar, na cidade ou no campo, e que talvez não tenham hoje, nem uma pessoa amiga que lhes leia ao menos uma carta dum filho...;
- também às Mães que não tendo dado à luz fisicamente, são Mães pelo coração e pelo espírito, pela generosidade e abnegação, para tantos que por mil razões não tiveram outra Mãe...e finalmente, também às Mães queridíssimas que já partiram deste mundo e que por certo repousam já num céu merecido e conquistado a pulso e sacrifício...
A todas as Mães : Parabéns, mesmo que ninguém mais vos felicite! E Obrigado, mesmo que ninguém mais vos agradeça!

 

 

 

 

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As Maias

01.05.11

É lenda que no tempo em que Jesus nasceu o Rei da época queria matar o menino. Maria teve de fugir com Ele, mas foi descoberta e os soldados assinalaram a porta onde Maria se havia escondido guardando e protegendo o seu filho da morte. É aqui que acontece o milagre e na manhã seguinte todas as portas aparecem marcadas da mesma forma que aquela porta por onde Maria havia entrado.

 

Ao início da noite do dia 30 de Abril, ainda se mantem a tão antiga tradição de se colocar um raminho de maias em cada porta de forma a que na manhã seguinte, já mês de Maio, todas as portas sejam vistas com a marcação de uma maia. Refira-se que as chamadas maias são a giesta em flor e o nome vem provavelmente do Mês do milagre - Maio.

Por crença, tradição ou apenas por graça o certo é que nas vilas e cidades vão-se vendo as maias às portas das casas, cortes, garagens, etc e dá um certo ar de alegria pela própria cor do raminho.

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Último comentário

  • Anónimo

    VivaEste servico esta muito irregular....mas e a e...


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